O CNIS é o Cadastro Nacional de Informações Sociais, o banco de dados onde o INSS guarda toda a sua vida de contribuinte: vínculos de emprego, salários, contribuições como autônomo, períodos de benefício. Quando você pede qualquer benefício, é esse extrato que o INSS olha primeiro. Se ele estiver errado, o seu pedido nasce com problema.
Vínculo de trabalho que não aparece, data de entrada ou saída errada, salários zerados ou incompletos, contribuições recolhidas que não constam, empresas que mudaram de nome e viraram registros duplicados, pendências marcadas com siglas que ninguém entende. Cada um desses detalhes pode diminuir o valor do benefício ou derrubar o pedido inteiro.
O extrato usa indicadores como PEXT, PREC-MENOR ou PEMP-CAD para sinalizar inconsistências. Na prática, são avisos de que o INSS não vai considerar aquele período ou salário sem comprovação extra. Resolver essas pendências antes de fazer o pedido é uma das providências que mais evitam dor de cabeça.
A atualização é solicitada ao próprio INSS, pelo Meu INSS ou durante a análise de um pedido de benefício, sempre com os documentos que comprovam o dado correto. Feita a correção, o histórico passa a valer para qualquer benefício futuro.
Lemos o seu extrato CNIS linha por linha, apontamos as pendências e os períodos faltantes, indicamos o documento certo para cada correção e organizamos o pedido de acerto junto ao INSS.
De graça, pelo site ou aplicativo Meu INSS, na opção de extrato de contribuições. Podemos orientar o passo a passo pelo WhatsApp.
É o ideal. Pedido feito com CNIS pendente tende a virar exigência ou negativa, e a correção no meio do caminho atrasa tudo.
Pode contar, se houver provas do vínculo. A análise depende dos documentos disponíveis de cada época.
Envie seu extrato pelo WhatsApp e receba uma análise administrativa da sua situação.
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