O perito não reconheceu a incapacidade e o pedido foi indeferido, ou a alta veio antes da hora. Acontece todos os dias, inclusive com quem está realmente doente. O que separa quem reverte de quem desiste é a resposta certa no prazo certo.
Quase sempre por papel, não por maldade. Laudo genérico, exames antigos, relatório que não liga a doença à atividade profissional, data de início da incapacidade sem prova. O perito decide pelo que consegue justificar tecnicamente, e documentação fraca não sustenta deferimento.
Pedido de reconsideração. Em vários casos de benefício por incapacidade, é possível pedir uma nova avaliação, feita por outro perito. É a chance de apresentar laudos reforçados e exames novos.
Recurso à Junta. No prazo de 30 dias, o caso sobe para o Conselho de Recursos, onde a decisão é revista com base em todo o processo. Funciona melhor quando a documentação anexada é mais completa que a da primeira tentativa, como explicamos na página de recurso administrativo.
Repetir o pedido com os mesmos papéis. Se a documentação não mudou, o resultado dificilmente muda. Entre a negativa e o próximo passo, o trabalho é reforçar as provas: relatório médico mais detalhado, exames recentes, histórico organizado em ordem cronológica.
Analisamos a comunicação de indeferimento, identificamos o que faltou na perícia, orientamos exatamente o que pedir ao seu médico e conduzimos a reconsideração ou o recurso dentro do prazo. Orientação e organização administrativa, do início ao fim.
Envie o resultado pelo WhatsApp e receba a análise dos caminhos possíveis.
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