Perder o emprego não significa perder o INSS no mesmo dia. Existe um colchão de proteção chamado período de graça: um tempo em que você mantém a qualidade de segurado e todos os direitos que ela garante, mesmo sem contribuir. Conhecer essa regra já salvou muito benefício.
A regra base são 12 meses após a última contribuição. Quem tem mais de 120 contribuições sem perder a qualidade de segurado ganha mais 12 meses. E quem comprova o desemprego, por exemplo pelo registro do seguro-desemprego, soma outros 12. No melhor cenário, são até 36 meses de proteção depois da demissão.
Se você adoecer, pode pedir auxílio-doença. Se tiver um filho, o salário-maternidade segue devido. Se acontecer o pior, a família tem direito à pensão por morte. Tudo com as mesmas regras de quem está empregado, desde que o fato aconteça dentro da janela de proteção.
Passado o período de graça, a proteção zera, e retomar exige contribuir de novo e, para alguns benefícios, cumprir metade da carência outra vez. Quem está perto do fim da janela e tem condições de recolher ao menos o mínimo como facultativo ou autônomo evita esse recomeço. É conta que vale a pena fazer antes, não depois do problema.
Calculamos até quando vai a sua proteção, verificamos seu histórico no CNIS, orientamos se vale contribuir por conta própria e conduzimos qualquer pedido de benefício dentro da janela, pela via administrativa.
Descubra até quando vai a sua proteção. Triagem gratuita.
Quero saber se tenho direito